Prof. Alan Vinícius

Como Estudar x O que Estudar

Por Prof. Alan Vinícius

Antes de começar a interagir com o tema, gostaria de te fazer uma pergunta:

1) Você sabe a diferença entre “o que estudar” e “como estudar”?

Se Você não respondeu com clareza a pergunta, então precisa acompanhar este artigo com toda a atenção.

O que vai encontrar neste artigo:

1) Forma x Conteúdo – Aprenda as distinções; 

2) Como Estudar; 

3) O que Estudar;


1) Forma x Conteúdo – Aprenda as distinções 

A Jornada de preparação para concursos públicos requer o conhecimento de aspectos fundamentais ao alcance do aumento de produtividade estudantil, dentre eles as diferenças entre o conteúdo a ser estudado e a forma de estudar. 

Com efeito, ao longo da minha trajetória de mais de 12 anos de atuação no cenário de concursos públicos, noto o quanto existe confusão entre estes pontos cruciais por parte dos Alunos e Alunas. Enquanto o conteúdo se refere aos assuntos que serão objeto de avaliação no certame (concurso público), a forma se atrela à estratégia, isto é, a maneira como estes assuntos serão acessados, fixados e consolidados, de modo a possibilitar resultados no momento da realização das provas. 

Com a profissionalização do aprendizado para concursos públicos, o estudante necessita entender como funcionará toda a sua caminhada, do início ao fim, com o objetivo de entendimento profundo da estratégia desenvolvida.

Assista ao vídeo, forma x conteúdo - aprenda às distinções:
2) Como Estudar 

A expressão “como estudar” deve ser interpretada pela ideia de forma, isto é, da maneira como os estudos serão desenvolvidos ao longo da preparação, o que remete a uma forte ligação com o cenário de “como atingir o objetivo traçado”. 

Neste sentido, conhecer o caminho que será percorrido funciona como peça chave, o que gera a necessidade da construção de bases sólidas para que a jornada seja desenvolvida com segurança e com foco na alta performance.
Com o objetivo de potencializar a Jornada da Aprovação, desenvolvi um método fincado em 04 Pilares que juntos funcionam como balizadores de um processo construído com eficiência. 

O 1º Pilar está assentado no planejamento de estudos, em que o foco está direcionado à definição de objetivo, definição de carreira e distribuição de disciplinas que serão o objeto de estudo. 

O 2º Pilar se configura como a organização dos estudos, em que o ponto central está nos formatos de estudo, isto é, da sistemática dos estudos atinentes aos temas e aos subtemas que serão objeto de avaliação, conforme carreira definida. 

O 3º Pilar se atrela ao aprendizado eficiente, em que os Alunos e Alunas devem conhecer com precisão os modelos de aprendizagem dominantes, bem como formas eficientes de captação dos temas e subtemas, a exemplo dos resumos e dos mapas mentais, que funcionam como ferramentas de grande eficiência. 

O 4º Pilar é fixado no cenário da inteligência emocional, cujo objetivo central está pautado no alcance do equilíbrio. O conhecimento dos comportamentos emocionais que potencializam o fortalecimento da sua mente funciona como fator de alta relevância a potencializar resultados, sobretudo no aspecto motivacional. 
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